Livro Inteligência Crítica e Inteligência Política

Desde 2014, a Atingire tem abordado a importância da expertise em aprender como sendo o critério primordial para a qualificação de talentos.
Em um cenário de tantas mudanças, em que não é possível saber quais competências serão demandadas de nós nos próximos anos, a capacidade de aprender continuamente parece ser a principal fonte de vantagem competitiva profissional.
No entanto, temos notado que os melhores talentos não apenas trabalham sua expertise em aprender, mas também possuem um olhar muito atento para o que podemos denominar de “inteligências”.
A mais notória delas provavelmente seja a inteligência emocional, um tema presente em centenas de diferentes projetos de educação corporativa elaborados pela Atingire nos últimos anos.
A inteligência emocional raramente é apresentada como uma competência; é muito mais um pré-requisito, uma plataforma, um alicerce para o exercício de diferentes competências. Exemplo: para a competência “trabalha eficazmente em equipes” é preciso ter inteligência emocional; para a competência “constrói relações produtivas”, idem, etc.
Então, surgiu na Atingire a seguinte indagação: será que, para a atuação eficaz em organizações, não há outros tipos de inteligência, além da emocional, que também constituem alicerces para diferentes competências?
Esse questionamento fomentou um processo de pesquisa bibliográfica e de entrevistas junto a líderes, reconhecidos como talentos em suas empresas. Nesses diálogos, várias “inteligências” foram nomeadas como significativas. Mas, dentre as possibilidades exploradas pelos entrevistados, duas inteligências nitidamente se destacaram.
Uma delas diz respeito à inteligência crítica, que é uma plataforma extremamente importante para um variado conjunto de competências, que envolvem comportamentos em processos de tomada de decisão e de planejamento, bem como a atuação relevante em iniciativas de inovação e até mesmo a capacidade de pensar estrategicamente.
A outra é concernente à inteligência política, que complementa a emocional como um alicerce de uma grande diversidade de competências, relacionadas à capacidade de influenciar pessoas e promover processos de mudança.
Se você se interessou, acesse abaixo o primeiro capítulo da seção sobre inteligência política.